Local: Auditório Acácio Barreiros
Corto Maltese, segundo o seu criador Hugo Pratt, nasceu sem linha da vida. O marinheiro, então, pegou numa faca e traçou o seu próprio destino na palma da mão…
A palavra fado, é sabido, descende do termo latino “fatum”, que significa destino. O destino entendido enquanto sorte, futuro, fatalidade, fortuna, sina… Mas também enquanto rumo e direção, caminho e criação, vontade e utopia. Um destino que pode estar escrito em linhas traçadas nas mãos ou nas estrelas, mas que também pode ser inventado e reinventado a qualquer momento e por cada um de nós, agentes do (nosso próprio) destino. O destino não se escreve – é antes um livro em branco onde nós escolhemos escrever – mas pode ser cantado.
Helder Moutinho é um fadista que teve o fado como destino, mas que também tem escrito, tantas vezes, qual o destino que quer no (seu) fado.
Em “Escrito no Destino”, o novo espetáculo que já inclui alguns fados que vão integrar o seu novo álbum a editar em 2020, canta o amor e a saudade, o passado e o futuro, a vida e as viagens – musicais, poéticas, metafóricas, temporais, geográficas… As histórias de que tem sido feito, (re)feito e (des)feito o seu destino de cantar ao Fado...
FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Voz Helder Moutinho| Guitarra Portuguesa Ricardo Parreira | Viola de fado André Ramos | Baixo acústico Ciro Bertini | Engenheiro de som António Pinheiro da Silva | Desenho de luz Pedro Leston | LD Leston Design | Fotografia Filipe A. Pereira | Produção MWF
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: > 6 anos
DURAÇÃO APROXIMADA : 90 minutos sem intervalo
PREÇO: 15,00 euros